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O que é Comissionamento?  +36 tipos de Comissionamentos

O que é Comissionamento? +36 tipos de Comissionamentos

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Você consegue imaginar como se dá o processo de projeto de uma nova infraestrutura ou uma reformulação/reestruturação de uma planta existente? O que vou falar neste artigo não trata exclusivamente de instalações elétricas mas cabe muito bem para nossa área, posso garantir que muito poucos profissionais atentam-se que isto faz parte do projeto e as vezes, você executa mas nem percebe.

Comissionamento segundo o CONFEA – Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, consiste em:

Atividade técnica que consiste em conferir, testar e avaliar o funcionamento de máquinas, equipamentos ou instalações, nos seus componentes ou no conjunto, de forma a permitir ou autorizar o seu uso em condições normais de operação.

START-UP E COMISSIONAMENTO

Sabemos que start-up consiste basicamente no acionamento / energização das máquinas e dispositivos que compõe uma instalação, em nosso caso, elétrica.

Só para que você entenda e fique um pouco mais claro, um exemplo típico de comissionamento é os ajustes dos relés de sobrecargas (relé térmico) de um motor elétrico trifásico de acordo com suas características realizado no start-up de maneira a garantir o perfeito funcionamento e proteção deste.

Vários fatores são diretamente atribuídos neste exemplo acima, por exemplo, a consideração da corrente nominal e fator de serviço do mesmo, se este relé está inserido em uma partida direta, por exemplo, a corrente nominal deve ser considerada como a corrente de ajuste no relé, mas…

…se a partida do motor for, nesta ocasião uma partida estrela triângulo, sabemos que a corrente que passará por este relé será de 58% da corrente nominal (veja neste artigo).

COMISSIONAMENTO DE 36 DISPOSITIVOS CONHECIDOS

Abaixo eu coloco uma lista um tanto quando extensa (36 Dispositivos) mas que representa um percentual muito baixo da quantidade efetiva de equipamentos que podemos encontrar em instalações elétricas. trata-se de um Passo a Passo para se realizar ensaios em equipamentos para que seja possível executar o comissionamento pós start-up.

Tenho certeza que vai gostar…

1

T.C. de 15 kV em Epóxi

TC

1 – Anotação dos dados de placa

2 – Relação de transformação em todos os taps

3 – Verificação de polaridade

4 – Resistência ôhmica em todas as derivações (corrigidas a 20 oC)

5 – Isolamento D.C. dos enrolamentos

6 – Fator de potência dos enrolamentos

7 – Verificação das ligações dos TC’s conforme projeto

2

T.C. de 15; 34,5; 69; 138 kV em Óleo

TC a Óleo

1 – Anotação dos dados de placa

2 – Relação de transformação em todos os taps

3 – Verificação de polaridade

4 – Resistência ôhmica em todas as derivações (corrigidas a 20 oC)

5 – Isolamento D.C. dos enrolamentos

6 – Fator de potência dos enrolamentos

7 – Verificação das ligações dos TC’s conforme projeto

8 – Ajuste dos centelhadores

3

T.P. de 15 kV Epóxi

TP Epóxi

1 – Anotação dos dados de placa

2 – Relação de transformação em todos os taps

3 – Verificação de polaridade

4 – Resistência ôhmica em todas as derivações (corrigidas a 20 oC)

5 – Isolamento D.C. dos enrolamentos

6 – Fator de potência dos enrolamentos

7 – Verificação das ligações dos TP’s conforme projeto

4

T.P. de 15; 34,5; 69; 138 kV em óleo

TP a óleo

1 – Anotação dos dados de placa

2 – Relação de transformação em todos os taps

3 – Verificação de polaridade

4 – Resistência ôhmica em todas as derivações (corrigidas a 20 oC)

5 – Isolamento D.C. dos enrolamentos

6 – Fator de potência dos enrolamentos

7 – Verificação das ligações dos TP’s conforme projeto

8 – Ajuste dos centelhadores

5

Transformador de Força Trifásico, com 02 Enrolamentos e Comutadores em Carga

transformador trifásico doisenrolamentos

1 – Anotação dos dados de placa

2 – Faseamento

3 – Sangria em todas as buchas

4 – Operação e/ou comando do comutador de taps verificando bloqueio de fim de curso

5 – Resistência ôhmica em todos os taps dos enrolamentos de transformador (corrigidas a 20 oC)

6 – Relação de transformação em todos os taps dos enrolamentos do transformador

7 – Isolamento D.C. dos enrolamentos do transformador (corrigido a 20 oC )

8 – Índice de polarização

9 – Fator de potência dos enrolamentos do transformador (corrigido a 20 oC)

10 – Corrente de excitação do transformador

11 – Fator de potência das buchas

12 – Colar quente das buchas

13 – Resistência ôhmica nos TC’s de bucha em todas derivações

14 – Relação de transformação nos TC’s de bucha

15 – Polaridade dos TC’s de bucha

16 – Isolamento D.C. dos TC’s de bucha

17 – Funcionamento e aferição dos termômetros

18 – Injeção de corrente nas imagens térmicas

19 – Isolamento D.C. da fiação

20 – Medição da continuidade na fiação dos TC’s de bucha

21 – Isolamento D.C. dos moto-ventiladores

22 – Testes nos acessórios das proteções internas do transformador

23 – Verificação da ligação dos moto-ventiladores

24 – Circuito de aquecimento e ventilação forçada

25 – Sinalização acústica e visual

26 – Verificação da ligação dos TC’s de buchas

27 – Ajuste dos centelhadores

28 – Relação de transformação no tap de operação conforme definido pela CONTRATANTE

29 – Resistência ôhmica no tap conforme definido pela CONTRATANTE

30 – Análise dos resultados

31 – Inspeção e verificação do funcionamento do indicador de nível de óleo e do relé Buchholz

32 – Inspeção e verificação do indicador de posição remoto com o indicador local

6

Transformador de Força Trifásico, com 2 enrolamentos, com comutador manual até 07 taps

transformador trifasico 7 taps

1 – Anotação dos dados de placa

2 – Faseamento

3 – Sangria em todas as buchas

4 – Operação e/ou comando do comutador de taps verificando bloqueio de fim de curso

5 – Resistência ôhmica em todos os taps dos enrolamentos de transformador (corrigidas a 20 oC)

6 – Relação de transformação em todos os taps dos enrolamentos do transformador

7 – Isolamento D.C. dos enrolamentos do transformador (corrigido a 20 oC)

8 – Índice de polarização

9 – Fator de potência dos enrolamentos do transformador (corrigido a 20 oC)

10 – Corrente de excitação do transformador

11 – Fator potência das buchas

12 – Colar quente das buchas

13 – Resistência ôhmica nos TC’s de bucha em todas derivações

14 – Relação de transformação nos TC’s de bucha

15 – Polaridade dos TC’s de bucha

16 – Isolamento D.C. dos TC’s de bucha

17 – Funcionamento e aferição dos termômetros

18 – Injeção de corrente nas imagens térmicas

19 – Isolamento D.C. da fiação

20 – Medição da continuidade na fiação dos TC’s de bucha

21 – Isolamento D.C. dos moto-ventiladores

22 – Testes nos acessórios das proteções internas do transformador

23 – Verificação da ligação dos moto-ventiladores

24 – Circuito de aquecimento e ventilação forçada

25 – Sinalização acústica e visual

26 – Verificação da ligação dos TC’s de buchas

27 – Ajuste dos centelhadores

28 – Relação de transformação no tap de operação conforme definido pelo CONTRATANTE

29 – Resistência ôhmica no tap conforme definido pela CONTRATANTE

30 – Análise dos resultados

31 – Inspeção e verificação do funcionamento do indicador de nível de óleo e do relé Buchholz

7

Disjuntor SF6

disjuntor sf6

1 – Anotação dos dados de placa

2 – Faseamento

3 – Funcionamento e lubrificação do comando elétrico-mecânico-hidráulico

4 – Verificação de funcionamento do contador do número de operações

5 – Resistência de contatos

6 – Isolamento D.C. dos pólos

7 – Fator de potência

8 – Oscilografagem

9 – Sinalização acústica e visual

10 – Circuito de aquecimento

11 – Verificação de estanqueidade do gás SF6

12 – Análise de qualidade do gás SF6

13 – Ajustes de montagem

8

Disjuntor a P.V.O.

disjuntor pvo

1 – Anotação dos dados de placa

2 – Faseamento

3 – Resistência de contatos

4 – Verificação do funcionamento do contador do número de operações

5 – Isolamento D.C. dos pólos

6 – Fator de potência dos pólos

7 – Sinalização acústica e visual

8 – Circuito de aquecimento

9 – Análise de óleo

10 – Ajustes de montagem

9

Religador 15 e 34,5kV

religadores 35kv

1 – Anotação dos dados de placa

2 – Faseamento

3 – Teste de abertura e fechamento

4 – Resistência de contatos

5 – Isolamento D.C. do religador

6 – Isolamento D.C. dos TC’s de bucha

7 – Relação de transformação dos TC’s de bucha

8 – Polaridade dos TC’s de bucha

9 – Sinalização acústica e visual

10

Regulador de Tensão

1 – Anotação dos dados de placa

2 – Verificação da posição de montagem fonte/carga

3 – Faseamento

4 – Funcionamento do comando

5 – Funcionamento do controlador de operações

6 – Funcionamento do indicador de posição

7 – Operação e comando do comutador

8 – Operação manual/automática (resposta a variações)

9 – Isolamento D.C. do equipamento

10 – Fator de potência

11 – Sinalização acústica e visual

12 – Ajustes

11

Chave Fusível

chave fusível

1 – Anotação dos dados de placa

2 – Comando manual de abertura/fechamento

3 – Inspeção final

12

Chave Seccionadora Monopolar

chave seccionadora monopolar

Ensaios:

1 – Anotação dos dados de placa

2 – Comando manual de abertura/fechamento

3 – Resistência de contatos

4 – Inspeção final

13

Chave Seccionadora Tripolar com Lâmina de Terra

Chave Seccionadora lamina de terra

1 – Anotação dos dados de placa

2 – Comando manual de abertura/fechamento

3 – Verificação do intertravamento

4 – Ajuste nos dispositivos de extinção de arco

5 – Sinalização acústica e visual

6 – Resistência de contatos

7 – Regulagem dos centelhadores

8 – Verificação da simultaneidade de fechamento das lâminas

9 – Verificação da ligação das chaves conforme o projeto

14

Chave Seccionadora Tripolar
Chave Seccionadora Tripolar

1 – Anotação dos dados de placa

2 – Comando manual de abertura/fechamento

3 – Ajuste nos dispositivos de extinção de arco

4 – Sinalização acústica e visual

5 – Resistência de contatos

6 – Regulagem dos centelhadores

7 – Verificação da simultaneidade de fechamento das lâminas

8 – Verificação da ligação das chaves conforme o projeto

15

Chave Seccionadora Tripolar com Comando Eletromecânico

1 – Anotação dos dados de placa

2 – Comando manual de abertura/fechamento

3 – Comando elétrico de abertura/fechamento

4 – Ajuste nos dispositivos de extinção de arco

5 – Circuito de aquecimento

6 – Sinalização acústica e visual

7 – Resistência de contatos

8 – Regulagem dos centelhadores

9 – Isolamento D.C. do motor

10 – Verificação da simultaneidade de fechamento das lâminas

11 – Verificação da ligação das chaves conforme o projeto

16

Pára-raios

para raio

1 – Anotação dos dados de placa

2 – Isolamento D.C.

3 – Fator de potência

4 – Verificação do funcionamento do contador de operações

5 – Verificação da ligação dos pára-raios conforme o projeto

6 – Verificação da posição de montagem (fonte/carga)

17

Transformador de Serviços Auxiliares

1 – Anotação dos dados de placa

2 – Faseamento

3 – Relação de transformação em todos os taps

4 – Relação de transformação conforme definido pela CONTRATANTE

5 – Isolamento D.C. dos enrolamentos

6 – Índice de polarização

7 – Fator de potência

8 – Análise dos resultados

18

Barramentos

barramento de cobre

1 – Faseamento

2 – Verificação das conexões

3 – Isolamento D.C.

4 – Verificação do aperto das conexões

5 – Análise dos resultados

6 – Verificação de distâncias entre barras, barras à estrutura e ao piso

7 – Verificação das ferragens das cadeias de isoladores

19

Banco de Baterias

BANCO DE BATERIAS

1 – Anotação dos dados de placa

2 – Nível do eletrólito

3 – Tensão total da bateria com circuito aberto

4 – Tensão dos elementos com circuito aberto (por elemento)

5 – Densidade dos elementos com circuito aberto (por elemento)

6 – Temperatura do elemento piloto e aleatório

7 – Teste de capacidade do banco

8 – Inspeção visual e dimensional

20

Retificadores (Carregadores de Baterias)

retificadores carregadors de baterias

1 – Anotação dos dados de placa

2 – Verificação das ligações

3 – Verificação das polaridades

4 – Isolamento D.C.

5 – Verificação da tensão de entrada

6 – Teste de variação de tensão de entrada (regulação)

7 – Verificação do dimensionamento dos fusíveis

8 – Verificação do funcionamento das chaves A.C. e D.C.

9 – Teste de limitação de corrente

10 – Ajuste da tensão de saída em recarga

11 – Ajuste da tensão de saída em flutuação

12 – Ajuste da proteção e/ou sinalização de tensão alta no consumo

13 – Ajuste da proteção e/ou sinalização de tensão baixa no consumo

14 – Tensão residual (ripple)

15 – Verificação de sobrelevação de temperatura

16 – Verificação de funcionamento em manual e automático

17 – Simulação de defeitos

18 – Simulação de funcionamento das colunas do diodo de queda

19 – Verificação da sinalização acústica e visual

20 – Análise dos resultados

21 – Aferição dos instrumentos

21

D.C.P. (Divisor de potencial capacitivo)

1 – Anotação dos dados de placa

2 – Identificação da fase instalada

3 – Isolamento D.C. do capacitor

4 – Fator de potência

5 – Capacitância

6 – Verificação de ligações

22

Isoladores em Geral

ISOLADORES

1 – Inspeção geral

2 – Verificação da existência de oxidação das ferragens, incrustações e/ou trincas

23

Anunciadores

1 – Anotação dos dados de placa

2 – Verificação da fiação

3 – Teste de funcionamento

4 – Análise dos resultados

5 – Conexões e terminais

6 – Inspeção final

24

Painéis

painéis

1 – Anotação dos dados de placa

2 – Continuidade e interligação

3 – Análise de filosofia da proteção e medição

4 – Isolamento de fiação

5 – Verificação de fusíveis

6 – Verificação dos sinaleiros, chaves de comando

7 – Análise do sistema de aquecimento

8 – Aplicação de corrente no circuito de TC’s

9 – Aplicação de tensão no circuito de TP’s

10 – Análise dos resultados

11 – Inspeção final

25

Relé de bloqueio

1 – Anotação dos dados de placa

2 – Atuar as proteções sobre o relé 86

3 – Verificar a existência de flex-teste e chave 69

4 – Verificar a existência de transferência de trip

5 – Verificar a abertura e bloqueio do disjuntor

6 – Verificar a sinalização na posição reset

7 – Verificar a sinalização: relé-anunciador-disjuntor

8 – Identificar os fusíveis, disjuntor CC e chave de proteção

26

Relé diferencial

1 – Anotação dos dados de placa

2 – Aferição

3 – Calibração

4 – Isolamento

5 – Identificação física do faseamento no painel

6 – Ligação dos TC’s: relação, polaridade, faseamento

7- Analisar e seguir a fiação do relé sobre a WL

8 – Verificar a abertura e bloqueio do disjuntor

9 – Verificar a sinalização: relé, anunciador, disjuntor

10 – Identificar: fusíveis, disjuntor CC da proteção

11 – Medição de ângulo

27

Relé de sobrecorrente 50/51

1 – Anotação dos dados de placa

2 – Levantamento das curvas de tempo

3 – Aferição

4 – Calibração

5 – Isolamento

6 – Identificação física do faseamento no painel

7 – Identificação do secundário dos TC’s

8 – Ligação dos TC’s: relação, polaridade, faseamento

9 – Identificar: fusíveis, disjuntor CC da proteção

10 – Verificar a sinalização: relé, anunciador, disjuntor

11 – Sinalização do relé sobre disjuntor, WL (86)

28

Sistema digital com memória de massa

1 – Anotação dos dados de placa

2 – Retirada e inspeção das unidades

3 – Aterramentos

4 – Cablagem

5 – Conexões e terminais

6 – Limpeza

7 – Verificação das ligações

8 – Verificação das RTP’s e RTC’s

9 – Verificação da polaridade

10 – Medição de ângulo

11 – Identificação das fases

12 – Inspeção final

28

Amperímetro e Voltímetro

amperimetro e voltimetro

1 – Anotação dos dados de placa

2 – Aferição por comparação

3 – Calibração

4 – Verificação das ligações

5 – Verificação das RTI’s

29

Varímetro e Wattímetro

1 – Anotação dos dados de placa

2 – Aferição por comparação

3 – Calibração

4 – Verificação das ligações

5 – Verificação das RTI’s

6 – Verificação de polaridade

7 – Medição de ângulo

30

Cablagem

cablagem

Dos circuitos de proteção, comando, controle, intertravamento, distribuição de força, TC’s entre outros

1 – Medição de resistência de isolamento

2 – Teste de continuidade

3 – Injeção de corrente

4 – Leitura em instrumentos e relés

5 – Leitura de corrente

6 – Leitura de tensão

7 – Testes gerais dos circuitos

31

Banco de Capacitor

 

1 – Anotação dos dados de placa

2 – Isolamento de todos os elementos

3 – Capacitância de todos os elementos

4 – Verificação das ligações

5 – Inspeção inicial e final

32

Conjunto de Medição

1 – Anotação dos dados de placa

2 – Inspeção inicial e final

3 – Análise do óleo

4 – Verificação de posição de mensagem

5 – Faseamento

6 – Sangria no equipamento

7 – Resistência ôhmica nos TC’s e TP’s em todos os taps

8 – Relação de transformação dos TC’s e TP’s em todos os taps

9 – Verificação de polaridade

10 – Isolamento DC dos TC’s e TP’s

11 – Índice de polarização

12 – Fator de potência dos TC’s e TP’s

13 – Verificação de ligações

33

Disjuntor grande volume de óleo (CGO)

1 – Anotação dos dados de placa

2 – Inspeção inicial e final

3 – Análise de óleo

4 – Faseamento

5 – Funcionamento de comando elétrico/mecânico

6 – Verificar contador do número de operações

7 – Resistência de contatos

8 – Continuidade da fiação

9 – Isolamento DC da fiação, dos pólos e dos TC’s de bucha

10 – Relação dos TC’s de bucha em todos os taps

11 – Polaridade dos TC’s de bucha em todos os taps

12 – Fator de potência dos pólos

13 – Fator de potência das buchas

14 – Colar quente das buchas

15 – Oscilografagem

16 – Sinalização acústica e visual

17 – Verificação de ligações

34

Reator

1 – Anotação dos dados de placa

2 – Inspeção inicial e final

3 – Análise do óleo

4 – Faseamento

5 – Sangria de todas as buchas

6 – Resistência ôhmica dos enrolamentos

7 – Continuidade da fiação

8 – Isolamento DC da fiação

9 – Resistência ôhmica dos TC’s de bucha em todos os taps

10 – Relação de transferência dos TC’s de bucha

11 – Polaridade dos TC’s de bucha

12 – Isolamento DC dos TC’s de bucha e dos enrolamentos

13 – Índice de polarização

14 – Isolamento DC dos moto ventiladores

15 – Fator de potência das buchas e dos enrolamentos

16 – Corrente de excitação

17 – Colar quente das buchas

18 – Funcionamento e aferição dos termômetros

19 – Injeção de correntes

20 – Testes nas proteções internas

21 – Sinalização acústica e visual

22 – Circuito de aquecimento e ventilação forçada

23 – Verificar ligações

24 – Ajuste de centelhadores

35

Instrumentos gráficos

1 – Anotação dos dados de placa

2 – Inspeção inicial e final

3 – Aferição e Calibração

4 – Verificação de ligações, polaridade e RTI’s

5 – Medição de ângulo

36

Medidores de kVArh e kWh

1 – Anotação dos dados de placa

2 – Inspeção inicial e final

3 – Aferição e Calibração

4 – Verificação de ligações, polaridade e RTI’s

5 – Medição de ângulo

6 – Colocação de constantes

CONCLUSÃO

comissionamento

É muito importante entender que o dimensionamento não está única e exclusivamente vinculado em projetar o dispositivo, é necessário que você saiba que o comissionamento dos dispositivos deve ser realizado de maneira a garantir o perfeito funcionamento e respectivamente o exato desempenho dos equipamentos, especialmente dos dispositivos de proteção e monitoramento.

Deixe aqui nos comentários seu ponto de vista em relação a este assunto e diga se já conhecia este termo: “Comissionamento”

(2174)

Eng ° Everton Moraes Fundador da Sala da Elétrica. É um engenheiro eletricista que dedica boa parte de seu tempo à produção e partilha de conteúdos de grande qualidade para multiplicar seu conhecimento com os amantes da Eletroeletrônica. "Acredito firmemente que é ensinando que se aprende"

Comment(53)

    1. excelente trabalho quem não se limita a si mesmo prospera por passar adiante.

      Ah propósito qual a cara de um orçamento elétrico residencial após pronto, tem um modelo?

      Gde abraço

  1. Boa tarde com este nome “Comissionamento” não mas com boa parte destes equipamentos já auxiliei em instalações de montagem em substções, não tudo que está no artigo mas é muito bom. Tenho saudade deste tempo, sofri bastante mas valeu apena.

  2. muito bom excelente trabalho parabéns, trabalho em uma usina hidroelétrica PCH e já tive a oportunidade de participa de 2 comissionamento .
    Admiro seu trabalho que Deus te iluminei para que continuei com este seu admirado trabalho . .

  3. Ótimo trabalho Éverton,
    Poderia enviar uma cópia para meu email. Estou desenvolvendo uma padronização de alguns procedimentos para entrega de serviço e penso que este material é extremamente útil.
    vscursel@gmail.com
    Valeu!

  4. Boa Noite,

    Sucesso para você e tua equipe de colaboradores caso houver.

    O texto é ótimo, as ilustrações bem postas e coerentes.

    Obrigada,

  5. Assunto de grande importância, muito interessante.

    Apesar de na prática executar o procedimento ainda não tinha conhecimento do termo “comissionamento”

  6. Sou técnico em comissionamento em elétrica, Muito boa a matéria, pois o comissionamento é um trabalho que
    tem que ser feito com bastante cuido pois é você que vai dar o aval para a planta industrial.
    abraço

  7. Bom Dia Everton,
    Excelente trabalho, estou entrando nesta area de comissionamento a pouco e o trabalho desenvolvido nos auxilia como parametro.

  8. O assunto é muito bom, mais eu nunca tinha ouvido esta palavra ( Dimensionamento ).
    Como já ti falei, gosto muito da área da elétrica faço algumas coisas mais nunca pude fazer um curso.
    Mais o que você falou, falou bonito para bens .

  9. Parabéns Everton, sobre este tema…, pois eu vi num manual de instalação da Siemens, o qual os técnicos não sabiam o que era o tal comissionamento.

  10. Everton, gostei muito deste material e você e todos os seus amigos experts poderiam nos oferecer uma palestra explicando com mais detalhe sobre o assunto!! Fica como sugestão, estou bastante empolgado!

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